sexta-feira, 9 de setembro de 2011

MEDO



Neste deserto,
Na escuridão,
Deitado com a arma em seu peito.
Fingindo,
Ele é insensível,
Como o fogo iluminando o céu.
Ele estava frágil,
E congelado,
Quando a bala levou seu amigo.
E agora ele está de alguma forma,
Mais quebrado.

Ele puxa sua arma para o lado dele,
Carregando a faixa de seu adeus,
Esperando o inimigo cruzar a linha.

Suando,
E tremendo,
Deitada com as mãos sobre o peito.
Ela acorda com,
Seus desejos,
Como o fogo que ilumina seus olhos.
Ela estava frágil,
E congelada,
Quando a agulha levou seu amigo,
Mas agora ela está de alguma forma,
Mais quebrado.

Com todas as batalhas que ele está escolhendo,
Com cada luta que ele está perdendo,
Seus inimigos não ficam muito atrás.
Com cada promessa que ela está quebrando,
Com cada mentira que ela esta falando,
Seus inimigos não ficam muito atrás.

É a sua vez.
É a sua vez.
É a sua vez.
É A SUA VEZ.

Ele puxa sua arma para o lado dele,
Carregando a faixa de seu adeus,
Esperando o inimigo cruzar a linha.

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