segunda-feira, 9 de abril de 2012

A guerra dos sentimentos




A quem dorme esperando um sonho
Noites sozinhas procurando um grito,
Em multidões de guerreiros estranhos
Que lutam querendo meu ultimo suspiro
De meu pobre coração que sente,
A falta de seus olhos combatentes,
Seus lábios para minha proteção,
Desejando o ultimo beijo de compaixão.

Procuro encotrar-lhe escondendo-me,
De nossas pequenas vidas em movimentação,
O que nos é impossível se fazer cedendo,
Que pensamos em último... Nossa obrigação
De estar apto á medíocre vida,
Em que devemos pagar por uma benção,
O intuito de se permanecer por cima,
De uma felicidade por invenção.

De vidas irreais que se fazem nós,
Por sentimentos verdadeiros que lutam com a voz,
Que sai livremente sem conhecer origem nem destino,
Procedendo assim o crescimento de nossos meninos,
Que crescem sem nenhum sacrifício,
E assim todos continuam a procura,
Atrás de uma imediata mudança,
Sem mudar a própria postura.

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