quarta-feira, 4 de abril de 2012

Rotina




Se em teus braços irei morrer
Se essa é a sina que me espera
Se cedo acabou a quimera
Na batalha eu terei de perecer

Te espero por todas as noites
Porem nunca estas presente
Em teu anseio, mil noites doente
Refém febril de muitos açoites

Morpheus é teu dono e agora te ordena
Que voltes e tomes minh’alma pequena
E me entorpeças qual nunca jamais senti

Já que nunca me tivesses pena
Que ao menos a morte me seja serena
E me leve dormindo quão nunca dormir.

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